segunda-feira, 10 de outubro de 2016

HÁ MUITA DIFERENÇA

Pelo Espírito Emmanuel
'...quem espera pelo ouro ou pela prata, a fim de contribuir nas boas obras, em verdade ainda se encontra distante da possibilidade de ajudar a si próprio...'
É justo recomendar muito cuidado aos que se interessam pelas vantagens da política humana, reportando-se a Jesus e tentando explicar, pelo Evangelho, certos absurdos em matéria de teorias sociais.

Quase sempre, a lei humana se dirige ao governado, nesta fórmula: – “O que tens me pertence.”

O Cristianismo, porém, pela boca inspirada de Pedro, assevera aos ouvidos do próximo: – “O que tenho, isso te dou.”

Já meditaste na grandeza do mundo, quando os homens estiverem resolvidos a dar do que possuem para o edifício da evolução universal?

Nos serviços da caridade comum, nas instituições de benemerência pública, raramente a criatura cede ao semelhante aquilo que lhe constitui propriedade intrínseca.

Para o serviço real do bem eterno, fiar-se-á alguém nas posses perecíveis da Terra, em caráter absoluto?

O homem generoso distribuirá dinheiro e utilidades com os necessitados do seu caminho, entretanto, não fixará em si mesmo a luz e a alegria que nascem dessas dádivas, se as não realizou com o sentimento do amor, que, no fundo, é a sua riqueza imperecível e legítima.

Cada individualidade traz consigo as qualidades nobres que já conquistou e com que pode avançar sempre, no terreno das aquisições espirituais de ordem superior.

Não olvides a palavra amorosa de Pedro e dá de ti mesmo, no esforço de salvação, porquanto quem espera pelo ouro ou pela prata, a fim de contribuir nas boas obras, em verdade ainda se encontra distante da possibilidade de ajudar a si próprio.

“E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro,
mas o que tenho, isso te dou. ” – (Atos, 3:6.)
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Do livro "Pão Nosso", de Emmanuel, psicografado
por Francisco C. Xavier. 16ª ed. FEB. 1994.
Lição nº 106. págs. 223/224.
Imagem: www.    Acesso em:

sábado, 8 de outubro de 2016

PARA LIBERTAR-NOS

Pelo  Espírito Emmanuel
 '...E reconheçamos, de igual modo, que o primeiro passo para liberar-nos da inércia será sempre: trabalhar...'
A preguiça conserva a cabeça desocupada e as mãos ociosas.
A cabeça desocupada e as mãos ociosas encontram a desordem.
A desordem cai no tempo sem disciplina.
O tempo sem disciplina vai para a invigilância.
A invigilância patrocina a conversação sem proveito.
A conversação sem proveito entretece as sombras da cegueira de espírito.
A cegueira de espírito promove o desequilíbrio.
O desequilíbrio atrai o orgulho.
O orgulho alimenta a vaidade.
A vaidade agrava a preguiça.
Como é fácil de perceber, a preguiça é suscetível de desencadear todos os males, qual a treva que é capaz de induzir a todos os erros.
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Compreendamos, assim, que a obsessão, loucura, pessimismo, delinqüência ou enfermidade podem aparecer por autênticas fecundações da ociosidade, intoxicando a mente e arruinando a vida. E reconheçamos, de igual modo, que o primeiro passo para liberar-nos da inércia será sempre: trabalhar.
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(Do livro “CORAGEM”. F.C.Xavier/Espíritos Diversos.
Lição nº 35. CEC (Uberaba-MG). 29ª ed.1999.)
Imagem: www.google.com. Acesso em: 14/setembro/2016.
Formatação atualizada em:14/setembro/2016.
Destaques: pelo editor do Blog.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

PERGUNTE A SI MESMO

Pelo Espírito Ernest O’Brien
(Nova Iorque, N. I., E. U. A , 10 Julho, 1965.)
'...As dificuldades revelam-lhe o caráter. Se você prometer ajudar a alguém, faça-o agora. Se deseja progredir, não o deixe para amanhã. Faça-o hoje...'

Em que base devemos colocar o problema da morte?

Naturalmente, a morte não existe. A própria vida exige a morte como um renascimento; entre ambas, nossa consciência permanece.

Experiências vêm e experiências vão; nesse ínterim, a consciência prossegue. Consciência é Justiça Divina dentro de nós. Não se esqueça de que você vive sempre. O espírito deve ser visto pelo que é; portanto, ele somente pode prosseguir, no Além, no nível ao qual se ajustou. Atravessamos os portões da morte, para viver de novo. Como se sabe, encontramos aquilo que buscamos.

Você experimentará, mas tarde, a felicidade no Além, de acordo com os seus atos agora. Pense nisso. Faça de conta que você se encontra no seu próprio plano póstumo e examine bem suas obrigações antes de contraí-las.

Todas as manhãs, pergunte a si mesmo: “Que pretendo?” Primeiro de tudo, ouça a sua consciência; não faça rodeios. Todos nos devemos curvar diante da verdade.

Quando estiver errado, é melhor admitir os seus enganos, sem reservas, e repará-los daí em diante. Você é chamado ao sofrimento; não se engane a si mesmo, fugindo dele.

A educação, para a felicidade no Além, gira em torno das nossas aflições diárias. Você não pode produzir boas obras, sem esforço.

As dificuldades revelam-lhe o caráter. Se você prometer ajudar a alguém, faça-o agora. Se deseja progredir, não o deixe para amanhã. Faça-o hoje.

Sua origem é o céu e para lá você voltará, levando, na consciência, o fruto das suas obras. Antes de regressar ao Além, você deve purificar seu mundo interior. Acima de tudo, conserve uma boa consciência. O campo do pensamento é livre. Na verdade, você vive pelos atos e não pelos sonhos.

Onde está Deus, está a alegria, mas, onde está Deus, aí está também a responsabilidade. Empregue as faculdades que lhe foram emprestadas, em benefício de todos, pois, quando a morte chega, você terá tudo quanto deu aos outros. Aqui e acolá, que o amor de Deus possa ser visto por seu intermédio.
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(Do livro “Entre irmãos de outras terras". Autores Diversos.
Psicografias de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
1ª Ed. FEB. 1966. Lição nº 35
[psicografia de Waldo Vieira]. II parte. p.117/118.)
Imagem: www.google.com. Acesso em: 17/novembro/2012.
Formatação atualizada em: 14/setembro/2016.