domingo, 27 de abril de 2014

O PERDÃO EM NOVE ETAPAS




Por Leonardo Pereira*

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define a saúde como o completo bem-estar físico, social e mental; não apenas a ausência de doenças. Nós, espíritas, podemos formular: “completo bem-estar espiritual”.

Sabemos que não perdoar resulta na manutenção de energias negativas, provenientes do pensamento infectado pelo vírus da mágoa. “O estado emocional do paciente tem efeitos específicos sobre os mecanismos envolvidos na doença e na saúde.” (Norman Cousins in “Cura-te pela Cabeça”).

Alfred Adler propõe que “Uma doença infecciosa não é o produto apenas de uma bactéria ou de um vírus, mas decorrência da participação do indivíduo em sua totalidade, do corpo e da mente, na ‘aceitação’ ou ‘rejeição’ ao vírus ou à bactéria”.

Dr. Fred Luskin , diretor do Projeto Stanford para o Perdão, enumera nove passos para o perdão.

Vejamos:

1 - Saiba exatamente como você se sente sobre o que ocorreu e seja capaz de expressar o que há de errado na situação. Então, relate a sua experiência a umas duas pessoas de confiança;

2 - Comprometa-se consigo mesmo a fazer o que for preciso para se sentir melhor. O ato de perdoar é para você e ninguém mais. Ninguém mais precisa saber sua decisão;

3 - Entenda seu objetivo. Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o perturbou, nem se tornar cúmplice dela. O que você procura é paz;

4 - Tenha uma perspectiva correta dos acontecimentos. Reconheça que o seu aborrecimento vem dos sentimentos negativos e desconforto físico de que você sofra agora, e não daquilo que o ofendeu ou agrediu há dois minutos ou há dez anos;

5 - No momento em que você se sentir aflito pratique técnicas de controle de estresse para atenuar os mecanismos de seu corpo;

6 - Desista de esperar de outras pessoas ou de sua vida coisas que elas não escolheram dar a você. Lembre a si mesmo que você pode esperar saúde, amizade e prosperidade e se esforçar para consegui-los. Porém, você sofrerá se exigir que essas coisas aconteçam quando você não tem o poder de fazê-las acontecer;

7 - Coloque sua energia em tentar alcançar seus objetivos positivos por um meio que não seja através da experiência que o feriu. Em vez de reprisar mentalmente sua mágoa, procure outros caminhos para suas metas;

8 - Lembre-se de que uma vida bem vivida é a sua melhor alternativa. Em vez de se concentrar nas suas mágoas – o que daria poder sobre você à pessoa que o magoou – aprenda a buscar o amor, a beleza e a bondade ao seu redor;

9 - Modifique a sua história de ressentimento de forma que ela o lembre da escolha heróica que é perdoar. Passe de vítima a herói na história que você contar.”

Nenhum dos pensadores acima citados, apesar do esforço em compreender a alma humana e os seus conflitos, especialmente os conflitos de relacionamentos, conseguiram, de certa forma, superar (não era a intenção de nenhum dos autores) o jovem carpinteiro de Nazaré, que, de maneira simples e objetiva, através de histórias e parábolas, lecionava sobre os dramas da vida e suas soluções, utilizando o conhecimento de cada povo, sua cultura e suas crenças. Para uns, falava de peixes; para outros, do trigo, da semente, do semeador. Para cada qual uma linguagem, uma imagem, um ponto em comum. E, no final de cada lição, perguntava: “quem foi o próximo?”, “quem devia mais?”. Assim, através do exemplo, da lição, levava cada qual a refletir sobre si e a vida.

A proposta de Jesus permanece, ainda hoje, vigorando como alerta para a nossa evolução: “Reconcilia-te sem demora com o teu adversário, enquanto estás a caminho com ele, para que não suceda que ele te entregue ao juiz, e que o juiz te entregue ao seu ministro, e sejas mandado para a cadeia. Em verdade te digo que não sairás de lá, enquanto não pagares o último ceitil.” (MT- 25:26). E prossegue, indicando o caminho seguro para a libertação das amarras que nos prendem à amargura e ao ressentimento: “Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam [...]” (MT- 5:44)

Vigiar nossas ações mentais e orar em prol do nosso equilíbrio, com firme vontade no trabalho no Bem, com certeza há de nos assegurar um lugar no mundo de Regeneração, onde os corações, imersos no desejo de transformação no Bem comum, entoarão um cântico de paz e harmonia, rompendo os céus. E o universo, em coro divino, responderá: "Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou[...]" . (Lucas 7:47)
*  *  *
(*) - Leonardo Pereira é Designer Gráfico, orador espírita e
um dos trabalhadores do Grupo Espírita Lamartine Palhano Junior.
Imagem: www.google.com. Acesso em: 16/dezembro/2011.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

MATERNIDADE E PATERNIDADE


A Natureza deu à mãe o amor a seus filhos no interesse da conservação deles. No animal, porém, esse amor se limita às necessidades materiais [...]. No homem, persiste pela vida inteira e comporta um devotamento e uma abnegação que são virtudes. Sobrevive mesmo à morte e acompanha o filho até no além-túmulo.(O Livro dos Espíritos, questão 890.)
A Doutrina Espírita nos ensina que assim como temos as famílias constituídas pelos laços materiais, temos, também, as constituídas pelos laços espirituais. Estes laços espirituais são mais sólidos e duráveis do que os primeiros, visto que não estão sujeitos às instabilidades da matéria. Destaca, todavia, que a família espiritual se forma e se consolida com a prática da Lei de Amor no convívio da família corporal.

A Lei de Amor, que a tudo preside, deve, pois, estar presente em todos os atos, sentimentos e pensamentos do ser humano. Deve presidir o ato que permite ao Espírito retornar às experiências materiais pela reencarnação, especialmente o relacionamento com a mãe que com ele convive, na intimidade, durante a gestação, na formação inicial do seu corpo.

Pesquisas sobre o comportamento do ser humano vêm demonstrando que a causa predominante de desequilíbrio se situa na fase de gestação e nascimento do ser. A rejeição que muitos sentem, desde a simples dúvida dos pais quanto ao seu nascimento até a rejeição ostensiva e odiosa, leva esses seres a uma grave instabilidade comportamental, quer na área da integração social, quer na da própria aceitação pessoal. Em sentido oposto, os aceitos no lar, com real e manifesto amor dos pais, demonstram melhores condições morais e psicológicas para vencerem os naturais desafios da existência.

Observa-se, desse modo, a importância da paternidade e da maternidade ligadas à prática da Lei de Amor. Quando os pais e mães aceitam o filho, desde a concepção, com sincero sentimento de amor, amparando-o em suas necessidade de aprendizado e evolução, constroem as bases de um mundo de paz, uma vez que a primeira lição por ele vivida será a da fraternidade, do amor ao próximo, que lhe servirá de modelo para toda a existência.

Neste sentido, ensina-nos Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXII, item  3): 

Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e que fossem dois, e não um somente, a amá-los, a cuidar deles e a fazê-los progredir.”🔵
_________________
(Editorial da revista Reformador, de maio/2006, editada pela
Federação Espírita Brasileira, disponível
no Portal FEB. Acesso em: 23/janeiro/2012.)
Imagem: www.google.com. Acesso em: 24/janeiro/2012.
Formatação atualizada em: 18/outubro/2017.

terça-feira, 22 de abril de 2014

O TALISMÃ DIVINO

Pelo Espírito Neio Lúcio

"[...]Cada minuto de nossa alma permanece revestido de prodigioso poder oculto, quando sabemos usá-lo no Infinito Bem[...]
Entabularam os familiares interessante palestra, acerca das faculdades sublimes de que o Mestre dava testemunho amplo, curando loucos e cegos, quando Isabel, a zelosa genitora de João e Tiago, indagou, sem preâmbulos:

— Senhor, terás contigo algum talismã de cuja virtude possamos desfrutar? Algum objeto mágico que nos possa favorecer?

Jesus pousou na matrona os olhos penetrantes e falou, risonho:

— Realmente, conheço um talismã de maravilhoso poder. Usando-lhe os milagrosos recursos, é possível iniciar a aquisição de todos os dons de Nosso Pai. Oferece a descoberta dos tesouros do amor que resplandecem ao redor de nós, sem que lhes vejamos, de pronto, a grandeza. Descortina o entendimento, onde a desarmonia castiga os corações. Abre a porta às revelações da arte e da ciência. Estende possibilidades de luminosa comunhão com as fontes divinas da vida. Convida à bênção da meditação nas coisas sagradas. Reata relações de companheiros em discordância. Descerra passagens de luz aos espíritos que se demoram nas sombras. Permite abençoadas sementeiras de alegria. Reveste-se de mil oportunidades de paz com todos. Indica vasta rede de trilhos para o trabalho salutar. Revela mil modos de enriquecer a vida que vivemos. Facilita o acesso da alma ao pensamento dos grandes mestres. Dá comunicações com os mananciais celestes da intuição.

— Que mais? — disse o Senhor, imprimindo ênfase à pergunta.

E após sorrir, complacente, continuou:

— Sem esse divino talismã, é impossível começar qualquer obra de luz e paz na Terra.

Os olhos dos ouvintes permutavam expressões de assombro, quando a esposa de Zebedeu inquiriu, espantada:

— Mestre, onde poderemos adquirir semelhante bênção? Dize-nos. Precisamos desse acumulador de felicidade.

O Cristo, então, acrescentou, bem-humorado:

— Esse bendito talismã, Isabel, é propriedade comum a todos. É “a hora que estamos atravessando”... Cada minuto de nossa alma permanece revestido de prodigioso poder oculto, quando sabemos usá-lo no Infinito Bem, porque toda grandeza e toda decadência, toda vitória e toda ruína são iniciadas com a colaboração do dia.

E diante da perplexidade de todos, rematou:

— O tempo é o divino talismã que devemos aproveitar.
*  *  *
(Do livro "Jesus no Lar", pelo Espírito Neio Lúcio;
psicografado por Chico Xavier. - 36. ed. - Rio de Janeiro:
Federação Espírita Brasileira, 2008.Lição nº 22.)

terça-feira, 1 de abril de 2014

MEDIUNIDADE E AUTOCURA


Por Leonardo Pereira

"[...] Construímos, então, a felicidade ou a infelicidade de acordo com o mundo mental em que nos situamos.[...]

A mediunidade é faculdade orgânica de que todos nós, em graus diferentes, somos portadores. Kardec, o mestre de Lion, nos esclarece, contudo, que essa denominação aplica-se àquele a que a faculdade se apresenta “bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes...(1) .  Assim, não um dom, pois todos a possuímos. Nem um privilégio.

As classificações de médiuns e mediunidade variam muito. Guardam relação com os compromissos assumidos no mundo espiritual e com o progresso individual de cada criatura.

Conquanto os médiuns sejam classificados em dois grupos ─ de efeitos físicos e de efeitos intelectuais ─ médiuns com faculdades semelhantes apresentam inúmeras diferenças quanto à sua aplicação ou ostensividade. Tudo depende de um organismo mais ou menos sensível, conforme ensina Kardec.

A árvore da mediunidade

Costumo explicar a mediunidade comparando-a a uma árvore ─ ‘a árvore da mediunidade’.

Para entendermos isso, vamos imaginar que a raiz seja formada de duas palavras: sensitivo e impressionável. Todos nós somos sensitivos e impressionáveis.

A raiz ─ é a fonte principal de alimentação de toda a árvore; onde tudo começa. Seguindo esse raciocínio, encontramos o princípio pelo qual Kardec define que todos são médiuns, tendo em vista que em diversos momentos recebemos as impressões, mas quase sempre não as compreendemos. Isso resulta em sensações diversas como, por exemplo, arrepios, calafrios, de que alguem está no local conosco, ou que alguem passou por nós, etc.

No caule ─ encontramos a inspiração e a intuição. Todos nós, mesmo quando não pensamos ou raciocinamos em torno da inspiração ou da intuição, sempre estamos sendo inspirados ou intuidos, para o bem ou para o mal. Na maioria das vezes, julgamos serem nossas todas as idéias, sejam elas de grande ou pequena monta. É um fator de tal ordem, que Kardec, ao questionar os Espíritos Codificadores sobre esse tema ─ “Influem os Espíritos em nossos pesamentos e em nossos atos? ─ teve como resposta: “Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vós dirigem” (2) .

Os diversos galhos ─ são as várias faculdades mediúnicas que Kardec define como “de efeitos patentes”, em que nos especializamos para desempenhar nossa tarefa evolutiva na terra. Ex.: psicofonia, psicografia, psicopraxia (3) , clarividência, clariaudiência e outras tantas.

A mente e os fenômenos mediúnicos

Salientamos que a mente é a base de todos os fenômenos mediúnicos. Perispirito a perispirito nos conectamos. O pensamento e a vontade são os agentes dessa conexão e facultam o intercâmbio entre os dois mundos: o fisico e o espiritual.

Ao emitirmos um pensamento, ele reflete em nosso perispírito, e outros Espíritos o podem ler como se fosse em um livro (4) . Diriamos até que, diante do avanço tecnológico, Espíritos de nossa ordem, como também os mais evoluidos, veriam o nosso pensamento como em uma televisão de plasma. Essa emanação de ondas mentais, no entanto, pode atrair ou repelir, refletindo uma lei universal: a lei de afinidade.

O complexo pineal

Mergulhados no Éter Divino nos movemos e respiramos. A física quântica nos mostra a realidade das redes de conexão universal onde tudo está em tudo, razão pela qual estamos intimamente interligados.

Os dois mundos ─ o fisico e o espiritual ─ são separados por estados vibratórios diferentes. Quanto ao mundo espiritual, podemos, através da sensibilidade mediúnica, percebê-lo e com ele estabelecer contato.

Em constante comunicação, atráves do complexo pineal (essa ‘antena’ potente e muitas vezes despercebida em nossas experiências reencarnatorias) (5) , captamos, emitimos, atraimos ou repelimos ondas mentais, de acordo com os nossos pensamentos, nos processos de vibração e sintonia. E mesmo que não identifiquemos a sua existência, ela existe e é responsável pela faculdade mediúnica. Nela reside a plataforma orgânica da mediunidade.

Em essência, somos o que pensamos. E o que pensamos constitui a nossa plataforma mental de contato com o plano espiritual. Daí resultam as assimilações de correntes mentais, muitas vezes doentias, pois, não rara vezes, estamos doentes da alma, enfermos da raiva, da mágoa, do orgulho, da vaidade, presos aos laços da matéria ou grudados nela pelo apego aos bens terrenos e pelo desejo de posse.

Entretanto, não obstante vivermos ainda instintos primários e adorarmos as sensações, estamos trilhando o campo dos sentimentos, na busca do Amor, tão decantado e tão desconhecido.

Construimos, então, a felicidade ou a infelicidade de acordo com o mundo mental em que nos situamos. Quanto a isso, destacamos, mais uma vez, o papel do complexo pineal, que, além de emitir e receber ondas mentais, as transforma em reações neuroquímicas, despejando em nosso organismo o fruto mental de nossas escolhas.

Por isso, doente não cura doente. Curar alguém significa, primeiro, buscar a nossa cura, ou, no mínimo, estar em processo de renovaçao constante, que engloba reforma íntima, mudança de hábitos, renovação de pensamento, autoamor, autoperdão, resignação, o exercicio do bem e a prática das várias expressões da Caridade, na terra e no além.

A cura e o poder da vontade

Por oportuno, lembremo-nos do episódo da cura do paraltico (Lucas 5-18:24):

“Alguns homens transportaram o paralítico numa cama e procuravam fazê-lo entrar. Não achando por onde o pudessem levar, por causa da multidão, subiram ao telhado, e, por entre as telhas, o baixaram com a cama, até ao meio, diante de Jesus. E, vendo Ele a fé deles, disse-lhe: Homem, os teus pecados te são perdoados. [...] Que arrazoais em vossos corações? Qual é mais fácil? dizer: Os teus pecados te são perdoados; ou dizer: Levanta-te, e anda? Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra poder de perdoar pecados (disse ao paralítico), a ti te digo: Levanta-te, toma a tua cama, e vai para tua casa. E, levantando-se logo diante deles, e tomando a cama em que estava deitado, foi para sua casa, glorificando a Deus.[...]”.

Como vemos, o poder da vontade, aliado ao conhecimento, pode operar o que o vulgo chama de “verdadeiros milagres”. Como em nossa doutrina, segundo a lógica dos fluidos, o milagre não encontra espaço nem ressonância, isso ficaria apenas no campo do acaso. Mas o bom senso nos manda estudar as energias, conhecer a intimidade dos fluidos, averiguar e esmiuçar o fenômeno da mediunidade, com o intento de entender o espírito, o perispirito e o corpo fisico.

O melhor médium é sempre aquele que mais se conhece; o que busca, inquire e quer saber de sí mesmo. O “conhece-te a ti mesmo” (atribuído aos Sete Sábios - 650 a.C. - 550 a.C.), inscrito no portal do oráculo de Delfos, já revelava a necessidade de autoconhecimento em nosso processo evolutivo. Conhecendo-nos, seremos capazes de discernir o que é e o que não é nosso, o que, nesse campo intrínseco da fenomenologia medianímica, é deveras importante.

E assim, envolvidos no campo da ciência espírita, mobilizados pela sua filosofia e pela imensidão de questionamentos concernentes à vida e sua amplitude metafisica, somos convocados, pela Sabedoria Divina, a desenvolver o reino dos céus que está dentro de nós.

Para tal proposito, no entanto, devem estar em nossa linha de ação o autoamor e a autoiluminação, para que esse reino se exteriorize em nossas relações do dia-a-dia, abrangendo tudo e todos à nossa volta, transformando-nos e transformando o mundo.

Eis aí o sentido da religião espírita, a ligação com Deus, fazendo-nos parte ativa do seu reino.

Que brilhe a vossa luz!
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Leonardo Pereira é
Designer Gráfico, Orador Espírita e trabalhador
do GELP- Grupo Espírita Lamartine Palhano Jr.
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(1) - O Livro dos Médiuns (Allan Kardec) - Cap. XIX – Dos Médiuns – item 159.
(2) - O Livro dos Espíritos(Allan Kardec) -Parte 2ª – Cap. IX – questão 459.
(3) - Dicionário de Filosofia Espírita – Lamartine Palhano Jr.
(4) - A Gênese ( Allan Kardec) - Cap. XIV – item 15.
(5) - Dr. Sergio Felipe / Estudos sobre a glândula pineal –
matéria sobre Medicina e Espiritualidade. (USP) Universidade de São Paulo.
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(Imagem: www.google.com. Acesso em: 09/novembro/2011.)
Formatação atualizada em: 14/março/2014.