domingo, 30 de novembro de 2014

SINAIS DO TEMPO


'Sinais do tempo' 
Música espírita composta por André Pirola e apresentada durante a prévia para o EMEES (Encontro de Mocidades Espíritas do Espírito Santo) em Colatina - ES.

sábado, 15 de novembro de 2014

PÁGINAS


Pelo Espírito Emmanuel"

[...]Ainda que se origine da ação dos Espíritos desencarnados, supostamente superiores, a folha que não faça benefício em harmonia e construção fraternal é, apenas, reflexo de condições inferiores.[...]"
Toda página escrita tem alma e o crente necessita auscultar-lhe a natureza. O exame sincero esclarecerá imediatamente a que esfera pertence, no círculo de atividade destruidora no mundo ou no centro dos esforços de edificação para a vida espiritual.

Primeiramente, o leitor amigo da verdade e do bem analisar-lhe-á as linhas, para ajuizar da pureza do seu conteúdo, compreendendo que, se as suas expressões foram nascidas de fontes superiores, aí encontrará os sinais inequívocos da paz, da moderação, da afabilidade fraternal, da compreensão amorosa e dos bons frutos, enfim.

Mas, se a página reflete os venenos sutis da parcialidade humana, semelhante mensagem do pensamento não procede das esferas mais nobres da vida. Ainda que se origine da ação dos Espíritos desencarnados, supostamente superiores, a folha que não faça benefício em harmonia e construção fraternal é, apenas, reflexo de condições inferiores.

Examina, pois, as páginas de teu contacto com o pensamento alheio, diariamente, e faze companhia àquelas que te desejam elevação. Não precisas das que se te figurem mais brilhantes, mas daquelas que te façam melhor.
*  *
"Mas a sabedoria que vem do alto é primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia.” – (Tiago, 3:17.)
*  *  *
(Do livro "Pão Nosso", de Emmanuel,
psicografado por Chico Xavier. Lição nº 14. 16ª Ed. FEB. 1994.)
Formatação atualizada em: 01/novembro/2014.
Destaques pelo editor do Blog..
 Imagem: www.google.com. Acesso em:15/novembro/2014..

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

AMPLIDÃO




Composição de André Pirola

Hoje entendo que errei
Quantos planos eu fiz
Hoje estendo minha mão ao algoz que feri
Mas aprendo
Que a estrada é triste, a seguir
Sei das coisas
No entanto errei ao servir
Não penso mais em vingança
Em ódio ao viver
Pois sei que há na amplidão
O meu Deus pra querer
Eu quero é mais criar asas
O céu percorrer
Não morro mais nessa Terra
Feita pra aprender
Vou viver!
*  * 
Música (versão compacta) do CD solo "1857"
Ficha técnica do CD: Téc. de Gravação: Paulinho // Arranjos: Armando Sinkovitz // Violão, baixo, bateria, percussão: Armando Sinkovitz // Guitarra: Leo Carvalho // Teclado: Pedro Alcântara // Backing vocals: Marquinhos e Jaqueline // Produção: Armando Sinkovitz // Gravado e Mixado no Scalla Studio - Vitória-ES.
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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO


'... porquanto uma virtude negativa não basta:é necessária uma virtude ativa...'
Meus filhos, na máxima: Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque à sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor.

Essa divisa é o facho celeste, a luminosa coluna que guia o homem no deserto da vida, encaminhando-o para a Terra da Promissão. Ela brilha no céu, como auréola santa, na fronte dos eleitos, e, na Terra, se acha gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá: Passai à direita, benditos de meu Pai. Reconhecê-los-eis pelo perfume de caridade que espalham em torno de si. Nada exprime com mais exatidão o pensamento de Jesus, nada resume tão bem os deveres do homem, como essa máxima de ordem divina.

Não poderia o Espiritismo provar melhor a sua origem, do que apresentando-a como regra, por isso que é um reflexo do mais puro Cristianismo. Levando-a por guia, nunca o homem se transviará. Dedicai-vos, assim, meus amigos, a perscrutar-lhe o sentido profundo e as conseqüências, a descobrir-lhe, por vós mesmos, todas as aplicações.

Submetei todas as vossas ações ao governo da caridade e a consciência vos responderá. Não só ela evitará que pratiqueis o mal, como também fará que pratiqueis o bem, porquanto uma virtude negativa não basta: é necessária uma virtude ativa. Para fazer-se o bem, mister sempre se torna a ação da vontade; para se não praticar o mal, basta as mais das vezes a inércia e a despreocupação.

Meus amigos, agradecei a Deus o haver permitido que pudésseis gozar a luz do Espiritismo. Não é que somente os que a possuem hajam de ser salvos; é que, ajudando-vos a compreender os ensinos do Cristo, ela vos faz melhores cristãos.

Esforçai-vos, pois, para que os vossos irmãos, observando-vos, sejam induzidos a reconhecer que verdadeiro espírita e verdadeiro cristão são uma só e a mesma coisa, dado que todos quantos praticam a caridade são discípulos de Jesus, sem embargo da seita a que pertençam. - Paulo, o Apóstolo (Paris,1860)🔵
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KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo O Espiritismo. 112ª ed. Rio [de Janeiro]: 
FEB, 1992. Cap. XV. Instruções dos Espíritos. Item 10. Págs. 251/252.
Imagem: www.google.com. Acesso em: 02/06/2012.
Formatação atualizada em: 11/maio/2017.
Destaques do Blog.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

O SUICÍDIO E SUAS CONSEQUÊNCIAS

 
"[...] A religião, a moral, todas as filosofias condenam o suicídio como contrário às leis da Natureza. [...]ninguém tem o direito de abreviar voluntariamente a vida. [...]"
Allan Kardec, em "O Livro dos Espíritos" (download gratuito no Portal FEB), dedica ao preocupante problema do suicídio e suas consequencias quinze importantes questões (Parte Quarta, Cap. I, questões 943 a 957), as quais os Espíritos Codificadores respondem com muita clareza.  

Nesta oportunidade, para sermos mais objetivos, abordaremos apenas a questão 957, deixando ao nosso leitor/leitora a sugestão para um estudo mais completo do capítulo acima mencionado.

O suicídio é, de fato,  um problema dos mais penosos, verdadeira tragédia de nosso tempo, um mal que traz muitas dores e sofrimentos aos que são por ela atingidos, motivo pelo qual precisa ser bastante esclarecido nos seus desdobramentos espirituais, como uma espécie de "antídoto" a tanta provação.
Francisco.
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* *

Q. 957 - "Quais, em geral, com relação ao estado do Espírito, as conseqüências do suicídio?"

R.: “Muito diversas são as conseqüências do suicídio. Não há penas determinadas e, em todos os casos, correspondem sempre às causas que o produziram. Há, porém, uma conseqüência a que o suicida não pode escapar; é o desapontamento. Mas, a sorte não é a mesma para todos; depende das circunstâncias. Alguns expiam a falta imediatamente,outros em nova existência, que será pior do que aquela cujo curso interromperam.”

 - Comentário de Kardec:

"A observação, realmente, mostra que os efeitos do suicídio não são idênticos. Alguns há, porém, comuns a todos os casos de morte violenta e que são a conseqüência da interrupção brusca da vida. Há, primeiro, a persistência mais prolongada e tenaz do laço que une o Espírito ao corpo, por estar quase sempre esse laço na plenitude da sua força no momento em que é partido, ao passo que, no caso de morte natural, ele se enfraquece gradualmente e muitas vezes se desfaz antes que a vida se haja extinguido completamente. As conseqüências deste estado de coisas são o prolongamento da perturbação espiritual, seguindo-se à ilusão em que, durante mais ou menos tempo, o Espírito se conserva de que ainda pertence ao número dos vivos. (Q. l55 e 165)

A afinidade que permanece entre o Espírito e o corpo produz, nalguns suicidas, uma espécie de repercussão do estado do corpo no Espírito, que, assim, a seu mau grado, sente os efeitos da decomposição, donde lhe resulta uma sensação cheia de angústias e de horror, estado esse que também pode durar pelo tempo que devia durar a vida que sofreu interrupção. Não é geral este efeito; mas, em caso algum, o suicida fica isento das consequências da sua falta de coragem e, cedo ou tarde, expia, de um modo ou de outro, a culpa em que incorreu. Assim é que certos Espíritos, que foram muito desgraçados na Terra, disseram ter-se suicidado na existência precedente e submetido voluntariamente a novas provas, para tentarem suportá-las com mais resignação. Em alguns, verifica-se uma espécie de ligação à matéria, de que inutilmente procuram desembaraçar-se, a fim de voarem para mundos melhores, cujo acesso, porém, se lhes conserva interdito. A maior parte deles sofre o pesar de haver feito uma coisa inútil, pois que só decepções encontram.

A religião, a moral, todas as filosofias condenam o suicídio como contrário às leis da Natureza. Todas nos dizem, em princípio, que ninguém tem o direito de abreviar voluntariamente a vida. Entretanto, por que não se tem esse direito? Por que não é livre o homem de pôr termo aos seus sofrimentos? Ao Espiritismo estava reservado demonstrar, pelo exemplo dos que sucumbiram, que o suicídio não é uma falta, somente por constituir infração de uma lei moral, consideração de pouco peso para certos indivíduos, mas também um ato estúpido, pois que nada ganha quem o pratica, antes o contrário é o que se dá, como no-lo ensinam, não a  teoria, porém os fatos que ele nos põe sob as vistas."
*  *  *
De "O Livro dos Espíritos". Parte Quarta - Das Esperanças e Consolações. Cap. I -
Das penas e dos gozos terrestres. Desgosto da Vida. Suicídio. Questão 957.
Imagem: www.google.com . Acesso em: 17/fevereiro/2013. 
Formatação atualizada em: 05/outubro/2014.. Destaques: pelo Blog.
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 Leia ainda:
Eutanásia
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domingo, 2 de novembro de 2014

MOCIDADE

Pelo Espírito Emmanuel

"[...] A mocidade poderá fazer muito, mas que siga, em tudo, “a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor”. [...]"
Quase sempre os que se dirigem à mocidade lhe atribuem tamanhos poderes que os jovens terminam em franca desorientação, enganados e distraídos.

Costuma-se esperar deles a salvaguarda de tudo.

Concordamos com as suas vastas possibilidades, mas não podemos esquecer que essa fase da existência terrestre é a que apresenta maior número de necessidades no capítulo da direção.

O moço poderá e fará muito se o espírito envelhecido na experiência não o desamparar no trabalho. Nada de novo conseguirá erigir, caso não se valha dos esforços que lhe precederam as atividades. Em tudo, dependerá de seus antecessores.

A juventude pode ser comparada a esperançosa saída de um barco para viagem importante. A infância foi a preparação, a velhice será a chegada ao porto. Todas as fases requisitam as lições dos marinheiros experientes, aprendendo-se a organizar e a terminar a viagem com o êxito desejável.

É indispensável amparar convenientemente a mentalidade juvenil e que ninguém lhe ofereça perspectivas de domínio ilusório.

Nem sempre os desejos dos mais moços constituem o índice da segurança no futuro.

A mocidade poderá fazer muito, mas que siga, em tudo, “a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor”.
* *
“Foge também dos desejos da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.” — Paulo.(2ª Epístola a Timóteo, cap. 2, vers. 22.)
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(Do livro "Caminho, Verdade e Vida" - Lição nº 151 - Espírito Emmanuel /F.C.Xavier.)
Imagem: http://www.google.com/. Acesso em: 30.04.11.
Formatação atualizada em 01/novembro/2014. Destaques: pelo editor do Blog.

sábado, 1 de novembro de 2014

CONVITE AO BEM

Pelo Espírito Emmanuel

"[...] No Evangelho de Jesus, o convite ao bem reveste-se de claridades eternas. Atendendo-o, poderemos seguirao encontro de Nosso Pai, sem hesitações. [...]"

Em todas as épocas, o bem constitui a fonte divina, suscetível de fornecer-nos valores imortais.

O homem de reflexão terá observado que todo o período infantil é conjunto de apelos ao sublime manancial.

O convite sagrado é repetido, anos a fio. Vem através dos amorosos pais humanos, dos mentores escolares, da leitura salutar, do sentimento religioso, dos amigos comuns.

Entretanto, raras inteligências atingem a juventude, de atenção fixa no chamamento elevado.

Quase toda gente ouve as requisições da natureza inferior, olvidando deveres preciosos.

Os apelos, todavia, continuam...

Aqui, é um livro amigo, revelando a verdade em silêncio; ali, é um companheiro generoso que insiste em favor das realidades luminosas da vida...

A rebeldia, porém, ainda mesmo em plena madureza do homem, costuma rir inconscientemente, passando, todavia, em marcha compulsória, na direção dos desencantos naturais, que lhe impõem mais equilibrados pensamentos.

No Evangelho de Jesus, o convite ao bem reveste-se de claridades eternas. Atendendo-o, poderemos seguir ao encontro de Nosso Pai, sem hesitações.

Se o clarim cristão já te alcançou os ouvidos, aceita-lhe as clarinadas sem vacilar.

Não esperes pelo aguilhão da necessidade.

Sob a tormenta, é cada vez mais difícil a visão do porto.
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“Mas, quando fores convidado, vai.” – Jesus. (Lucas, 14:10.)
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(Do livro "Pão Nosso", de Emmanuel,
psicografado por Chico Xavier. Lição n° 39. 16ª Ed. FEB. 1994.).
Imagem: www.google.com . Acesso em: 08/dezembro/2011.
Formatação atualizada  em 01/novembro/2014.Destaques pelo editor do Blog.