sexta-feira, 26 de agosto de 2016

AS TESTEMUNHAS


Pelo Espírito Emmanuel
'...Em toda parte da Terra, o discípulo respira rodeado de grande nuvem de testemunhas espirituais, que lhe relacionam os passos e anotam as atitudes...'
Este conceito de Paulo de Tarso merece considerações especiais, por parte dos aprendizes do Evangelho.  
Cada existência humana é sempre valioso dia de luta – generoso degrau para a ascensão infinita – e, em qualquer posição que permaneça, a criatura estará cercada por enorme legião de testemunhas. Não nos reportamos tão-somente àquelas que constituem parte integrante do quadro doméstico, mas, acima de tudo, aos amigos e benfeitores de cada homem, que o observam nos diferentes ângulos da vida, dos altiplanos da espiritualidade superior.  
Em toda parte da Terra, o discípulo respira rodeado de grande nuvem de testemunhas espirituais, que lhe relacionam os passos e anotam as atitudes, porque ninguém alcança a experiência terrestre, a esmo, sem razões sólidas com bases no amor ou na justiça 
Antes da reencarnação, Espíritos generosos endossaram as súplicas da alma arrependida, juízes funcionaram nos processos que lhe dizem respeito, amigos interferiram nos serviços de auxílio, contribuindo na organização de particularidades da luta redentora... Esses irmãos e educadores passam a ser testemunhas permanentes do tutelado, enquanto perdura a nova tarefa e lhe falam sem palavras, nos refolhos da consciência. Filhos e pais, esposos e esposas, irmãos e parentes consanguíneos do mundo são protagonistas do drama evolutivo. Os observadores, em geral, permanecem no outro lado da vida.  
Faze, pois, o bem possível aos teus associados de luta, no dia de hoje, e não te esqueças dos que te acompanham, em espírito, cheios de preocupação e amor.
“Portanto, nós também, pois que estamos rodeados de uma tão
grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço.” 
– Paulo. (Hebreus, 12:1.)
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(Do livro "Pão Nosso", de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier.Lição nº.76. 16ª Ed. FEB. 1994.)
Imagem: www.google.com. Acesso em:19/agosto/2016.
Destaques do texto: pelo Editor do Blog.
Formatação atualizada em: 19/agosto/2016.

domingo, 21 de agosto de 2016

QUE FAZEMOS DO MESTRE?

Pelo Espírito Emmanuel
'...Não basta fazer do Cristo Jesus o benfeitor que cura e protege. É indispensável transformá-lo em padrão permanente da vida, por exemplo e modelo de cada dia...'
Nos círculos do Cristianismo, a pergunta de Pilatos reveste-se de singular importância. 
Que fazem os homens do Mestre Divino, no campo das lições diárias? 
Os ociosos tentam convertê-lo em oráculo que lhes satisfaça as aspirações de menor esforço. 
Os vaidosos procuram transformá-lo em galeria de exibição, através da qual façam mostruário permanente de personalismo inferior. 
Os insensatos chamam-no indebitamente à aprovação dos desvarios a que se entregam, a distância do trabalho digno. 
Grandes fileiras seguem-lhe os passos, qual a multidão que o acompanhava, no monte, apenas interessada na multiplicação de pães para o estômago. 
Outros se acercam dEle, buscando atormentá-lo, à maneira dos fariseus arguciosos, rogando "sinais do céu". 
Numerosas pessoas visitam-no, imitando o gesto de Jairo, suplicando bênçãos, crendo e descrendo ao mesmo tempo. 
Diversos aprendizes ouvem-lhe os ensinamentos, ao modo de Judas, examinando o melhor caminho de estabelecerem a própria dominação. 
Vários corações observam-no, com simpatia, mas, na primeira oportunidade, indagam, como a esposa de Zebedeu, sobre a distribuição dos lugares celestes. 
Outros muitos o acompanham, estrada a fora, iguais a inúmeros admiradores de Galiléia, que lhe estimavam os benefícios e as consolações, detestando-lhe as verdades cristalinas. 
Alguns imitam os beneficiários da Judéia, a levantarem mãos-postas no instante das vantagens, e a fugirem, espavoridos, do sacrifício e do testemunho. 
Grande maioria procede à moda de Pilatos que pergunta solenemente quanto ao que fará de Jesus e acaba crucificando-o, com despreocupação do dever e da responsabilidade. 
Poucos imitam Simão Pedro que, após a iluminação no Pentecostes, segue-o sem condições até à morte. 
Raros copiam Paulo de Tarso que se ergue, na estrada do erro, colocando-se a caminho da redenção, através de impedimentos e pedradas, até ao fim da luta. 
Não basta fazer do Cristo Jesus o benfeitor que cura e protege. É indispensável transformá-lo em padrão permanente da vida, por exemplo e modelo de cada dia.
"Que farei então de Jesus, chamado o Cristo?" - Pilatos. (MATEUS, 27:22.)
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(Do livro "Pão Nosso", de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier. Lição n° 100. 16ª Ed. FEB. 1994.).
Imagem: httppt.walls321.comjesus-cristo-deus-amor.Acesso em:19/agosto/2016.
Formatação atualizada em: 19/agosto/2016. Destaques:pelo Editor do Blog.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

FAZER BEM FAZ BEM


Dr. Paulo Batistuta

'...Estudos científicos mostram que a saúde é bastante influenciada por fatores transcendentes, em nosso caso, o altruísmo, ou caridade...'
Apesar de ser propalado aos quatro ventos, fazer o bem traz ao benfeitor tanto ou maiores benefícios. O que não sabemos é como isso se dá. Todavia, esse tema provoca a comunidade científica: trata-se de uma atitude transcendente (restrita ao campo não-material, espiritual) influindo no bem-estar orgânico.

Em 1991, Midlarsky investigou o comportamento altruísta – considerando altruísmo como devoção ao próximo – em indivíduos de meia-idade, verificando que ele gera no seu agente compreensão, ressignificação e esquecimento dos próprios problemas, maior integração social e percepção de sua competência, além de melhora no estilo de vida.

Efeitos drásticos também foram notados por Oman e colaboradores (1999) ao estudarem a mortalidade em trabalhadores voluntários. O voluntariado gerou redução de 44% na mortalidade, tendo efeito protetor maior que atividade física (30%) e participação em cultos religiosos (29%), sendo menor  apenas  que o  hábito de não fumar (49%).

Outra curiosidade é que o altruísmo contagia, conforme o estudo de McClelland, McClelland& Kirchnit (1988). Inicialmente, esses pesquisadores convidaram seus alunos a assistir a um filme sobre a obra de Madre Teresa com pessoas pobres e doentes de Calcutá. Em seguida, dosaram as taxas de imunoglobulina A salivar (IgA-S), que é um anticorpo relacionado à imunidade, e verificaram elevação significativa dela quando comparados a outros alunos que assistiram a um filme desprovido dessa temática.

Também descobriram que ocorre aumento na IgA-S após a mentalização de pessoas amadas, demonstrando que o “mergulho no amor” fortalece o sistema imunológico.

Estudos assim nos fazem pensar que a saúde é bastante influenciada por fatores transcendentes, em nosso caso, o altruísmo, ou caridade. Foi baseando-se em investigações desta natureza que Norman B. Anderson notou seis dimensões da saúde implicadas na longevidade do indivíduo: dimensão biológica; pensamentos e atitudes (bem-estar psicológico e comportamental); ambiente e relacionamentos (bem-estar ecológico); conquistas econômicas (bem-estar econômico); fé e significado (bem-estar espiritual) e emocional (bem-estar emocional).

Talvez seja considerando fatores como estes que foi enunciada a máxima paulina “fora da caridade não há salvação”, ou seja, salvação como saúde no seu mais amplo sentido, estimulando uma cadeia virtuosa de eventos que concorrem para um mundo mais pacífico. Pois como asseverou Adam Smith (1759), a gratidão resulta em bem-estar social.

(Dr.Paulo Batistuta é médico obstetra/ginecologista e diretor da Associação Médico-Espírita do Espírito Santo.)
Fonte: texto disponível em "A Gazeta", Opinião, pág. 19, edição de 20.02.2014. Acesso em: 20/fevereiro/2014.
Imagem: www.google.com. Acesso em:18/agosto/2018. 

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

DE ÂNIMO FORTE

Pelo Espírito Emmanuel

'...Onde esteja a possibilidade de sermos úteis, avancemos, de ânimo forte, para a frente, construindo o bem...'

Não faltam recursos de trabalho espiritual a todo irmão que deseje reerguer-se, aprimorar-se, elevar-se.

Lacunas e necessidades, problemas e obstáculos desafiam o espírito de serviço dos companheiros de fé, em toda parte.

A ignorância pede instrutores, a dor reclama enfermeiros, o desespero suplica orientadores.

Onde, porém, os que procuram abraçar o trabalho por amor de servir?

Com raras exceções, observamos, na maioria das vezes, a fuga, o pretexto, o retraimento.

Aqui, há temor de responsabilidade; ali, receios da crítica; acolá, pavor de iniciativa a benefício de todos.

Como poderá o artista fazer ouvir a beleza da melodia se lhe foge o instrumento?

Nesse caso, temos em Jesus o artista divino e em nós outros, encarnados e desencarnados, os instrumentos dEle para a eterna melodia do bem no mundo.

Se algemamos o coração ao medo de trabalhar em benefício coletivo, como encontrar serviço feito que tranqüilize e ajude a nós mesmos? Como recolher felicidade que não semeamos ou amealhar dons de que nos afastamos suspeitosos?

Onde esteja a possibilidade de sermos úteis, avancemos, de ânimo forte, para a frente, construindo o bem, ainda que defrontados pela ironia, pela frieza ou pela ingratidão, porque, conforme a palavra iluminada do apóstolo aos gentios, "Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, amor e moderação".
*
"Porque Deus não nos deu o espírito de temor,
 mas de fortaleza, amor e moderação." - Paulo. (II TIMÓTEO, 1:7.)
*  *  *
(Do livro "Vinha de Luz", de Emmanuel, psicografado por
Francisco Cândido Xavier, lição nº 31, Ed. FEB.)
Imagem: www.google.com. Acesso em: 18/janeiro/2011.
Formatação atualizada em:17/agosto/2016.
Destaques pelo Editor do Blog.

sábado, 13 de agosto de 2016

A IMORTALIDADE DO SER HUMANO

Por Marta Antunes de Moura*


'... A sobrevivência da alma depois da morte está provada, de maneira irrecusável e de alguma sorte palpável, pelas comunicações espíritas...'  

A crença na imortalidade é, segundo Léon Denis (1846-1927,  uma das “[...] mais difundidas nas filosofias e nas religiões do Oriente e do Ocidente. Do ponto de vista filosófico pode assumir duas formas diferentes: 1ª a crença na imortalidade da pessoa individual, ou seja, da alma humana em sua totalidade; 2º a  crença na imortalidade daquilo que a pessoa individual tem em comum com um princípio eterno e divino, só da parte impessoal da alma.” 1 Para o filósofo grego Platão (428/427-348/347), esta crença “[...] é o laço de toda a sociedade; despedaçai esse laço e a sociedade se dissolverá.”2

O conceito de existência e sobrevivência da alma  é admitido desde os tempos imemoriais, mas foi consolidado com as ideias de Sócrates, Platão, Pitágoras e dos filósofos órficos. Divulgado na Idade Média, foi acrescido das interpretações da teologia cristã pelos pais da Igreja, como Agostinho e Tomás de Aquino. No Renascimento o conceito era lugar comum, amplamente divulgado. Na Idade moderna sofreu uma reviravolta, sobretudo com a chegada do positivismo de Auguste Comte (1798-1857) que, com a sua doutrina do culto à razão,  rejeitava Deus e a imortalidade da alma. Na Idade Contemporânea, o conhecimento humano progride vertiginosamente e, com o desenvolvimento da Psicologia e da Parapsicologia, o mundo científico passa a se interessar pela paranormalidade, aceitando-se que o homem possui algo de transcendental, preexistente à formação do corpo físico.

Mais tarde, os Fenômenos de Quase Morte se destacam, sobretudo os trabalhos conduzidos por Elisabeth Kübler-Ross (1926-2004), médica suíça naturalizada americana. Esta respeitável psiquiatra obteve importantes observações de pacientes terminais que retornaram ao corpo após parada cardíaca ou estado comatoso. A maioria desses pacientes não só relataram aspectos da vida além da matéria e o encontro com Espíritos já falecidos, como puderem, por si mesmos, atestarem a imortalidade do Espírito.

As pesquisas desenvolvidas pelo psiquiatra canadense, Ian Stevenson (1918-2007), ao longo de décadas e em diferentes partes do mundo, acumularam um número significativo de casos de pessoas que tinham reminiscências de outras existências e de experiências vividas no plano espiritual, após a morte do corpo.

Segundo a Doutrina Espírita, “[...] chamamos alma ao ser imaterial e individual que reside em nós e sobrevive ao corpo .[...].” 3 A questão de aceitar, ou não,  imortalidade da alma, e consequentemente a sua capacidade de se comunicar com os encarnados, reside na ideia que se tem de alma. Para muitos indivíduos, a alma é uma abstração, para outros é um ser destituído de uma forma precisa, espécie de luz ou clarão. Outros têm uma visão confusa, com base em suas convicções  religiosas. O progresso da Ciência, contudo, permitirá que o a imortalidade da alma, sua sobrevivência e manifestação no plano físico sejam comprovados.

A sobrevivência da alma depois da morte está provada, de maneira irrecusável e de alguma sorte palpável, pelas comunicações espíritas. Sua individualidade está demonstrada pelo caráter e pelas qualidades próprias de cada uma; essas qualidades, distinguindo as almas umas das outras, constituem a sua personalidade; se elas estivessem confundidas num todo comum, não teriam senão qualidades uniformes. Além dessas provas inteligentes, há ainda a prova material das manifestações visuais, ou aparições, que são tão frequentes e tão autênticas, que não é permitido contradizer. 

Referências:
1. DENIS, LÉON. Cristianismo e espiritismo.  7 ed. Rio de Janeiro: FEB, cap. XI, p. 238.
2. ABBAGNAN0, Nicola. Dicionário de filosofia. Tradução de Alfredo Bosi e Ivone Castilho Benedetti. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000, p. 542.
3. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2 ed. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Introdução II, p.25.
4. DENIS, LÉON. Depois da morte. 13 ed. Segunda  parte, cap X,  p.127 a 132.
*  *
[*Marta Antunes Moura, coordenadora das Comissões Regionais na área
da Mediunidade da Federação Espírita Brasileira (FEB), Vice-presidente da FEB.]
Fonte:http://www.febnet.org.br/blog/geral/colunistas/a-imortalidade-do-ser-humano/). Acesso em: 14/outubro/2012.
Imagem: www.google.com . Acesso em: 
Formatação atualizada em: 13/agosto/2016.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

MAR ALTO

Pelo Espírito Emmanuel

'E, quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao mar alto, e lançai as vossas redes para pescar.'– (Lucas, 5:4.) 
Este versículo nos leva a meditar nos companheiros de luta que se sentem abandonados na experiência humana. 
Inquietante sensação de soledade lhes corta o coração. 
Choram de saudade, de dor, renovando as amarguras próprias. 
Acreditam que o destino lhes reservou a taça da infinita amargura. 
Rememoram, compungidos, os dias da infância, da juventude, das esperanças crestadas nos conflitos do mundo. 
No íntimo, experimentam, a cada instante, o vago tropel das reminiscências que lhes dilatam as impressões de vazio. 
Entretanto, essas horas amargas pertencem a todas as criaturas mortais. 
Se alguém as não viveu em determinada região do caminho, espere a sua oportunidade, porquanto, de modo geral, quase todo Espírito se retira da carne, quando os frios sinais de inverno se multiplicam em torno. 
Em surgindo, pois, a tua época de dificuldade, convence-te de que chegaram para tua alma os dias de serviço em “mar alto”, o tempo de procurar os valores justos, sem o incentivo de certas ilusões da experiência material. 
Se te encontras sozinho, se te sentes ao abandono, lembra-te de que, além do túmulo, há companheiros que te assistem e esperam carinhosamente. 
O Pai nunca deixa os filhos desamparados, assim, se te vês presentemente sem laços domésticos, sem amigos certos na paisagem transitória do Planeta, é que Jesus te enviou a pleno mar da experiência, a fim de provares tuas conquistas em supremas lições.
(Do livro “Pão Nosso”. Emmanuel. Psicografia de Chico Xavier.
16ª Ed. FEB.1994. Lição nº 21. p.53/54.).
Imagem: www.google.com. Acesso em:11/agosto/2016 .
Formatação atualizada em:11/agosto/2016.
Destaques: pelo editor do Blog.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

DICIONÁRIO DE SITUAÇÕES

Pelo Espírito Emmanuel 

Na escola da fé, ser-nos-á possível imaginar um dicionário das diversas situações da vida, que se revestem de significados especiais, como sejam:

trabalho - bênção;
rotina - conquista de competência;
prova - aferição de valor;
solidão - tempo de exame íntimo;
sofrimento - lição específica;
penúria - chamamento a serviço;
contratempo - aviso indireto;
enfermidade - alavanca de frenagem;
aborrecimento - treino de paciência;
adversário - fiscal precioso;
crítica - apelo à elevação;
censura - convite a reajuste;
desilusão - visita da verdade;
ofensa - oportunidade de tolerância;
tentação - aula de resistência;
fracasso - impositivo de revisão;
parente difícil - dívida em cobrança;
lar em discórdia - área de resgate;
obstáculo social - ensino de humildade;
deserção de afetos - renovação compulsória;
golpes sofridos - promoções em discernimentos;
prejuízos - identificação de pessoas;
renúncia - rumo certo;
sacrifício - crescimento espiritual;

Como é fácil de observar, nas mais variadas circunstâncias da existência, cada criatura, no instituto da fé, pode criar o seu próprio dicionário de situações, para que não lhe faltem orientação e segurança, entendimento e luz.
(Do livro “Pronto Socorro”,  pelo Espírito Emmanuel,
psicografado por Chico Xavier,
editado pela Cultura Espírita União. 5ª ed. 1984.)
Imagem: www.google.com. Acesso em: 08/agosto/2016.
Formatação atualizada em: 08/agosoto/2016.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

PENSAMENTOS

Pelo Espírito Emmanuel

'...O Evangelho consubstancia o roteiro generoso para que a mente do homem se renove nos caminhos da espiritualidade superior...'

Todas as obras humanas constituem a resultante do pensamento das criaturas. O mal e o bem, o feio e o belo viveram, antes de tudo, na fonte mental que os produziu, nos movimentos incessantes da vida.

O Evangelho consubstancia o roteiro generoso para que a mente do homem se renove nos caminhos da espiritualidade superior, proclamando a necessidade de semelhante transformação, rumo aos planos mais altos. Não será tão-somente com os primores intelectuais da Filosofia que o discípulo iniciará seus esforços em realização desse teor. Renovar pensamentos não é tão fácil como parece à primeira vista. Demanda muita capacidade de renúncia e profunda dominação de si mesmo, qualidades que o homem não consegue alcançar sem trabalho e sacrifício do coração.É por isso que muitos servidores modificam expressões verbais, julgando que refundiram pensamentos. Todavia, no instante de recapitular, pela repetição das circunstâncias, as experiências redentoras, encontram, de novo, análogas perturbações, porque os obstáculos e as sombras permanecem na mente, quais fantasmas ocultos.

Pensar é criar. A realidade dessa criação pode não exteriorizar-se, de súbito, no campo dos efeitos transitórios, mas o objeto formado pelo poder mental vive no mundo íntimo, exigindo cuidados especiais para o esforço de continuidade ou extinção.

O conselho de Paulo aos filipenses apresenta sublime conteúdo. Os discípulos que puderem compreender-lhe a essência profunda, buscando ver o lado verdadeiro, honesto, justo, puro e amável de todas as coisas, cultivando-o, em cada dia, terão encontrado a divina equação.
*
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se há algum louvor, nisso pensai.” – Paulo. (Filipenses, 4:8.)
*
(Do livro "Pão Nosso", de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier.
Lição nº 15. 16ª Ed. FEB. 1994.). Destaques pelo editor do Blog.
Imagem: www.google.com. Acesso em:08/agosto/2016.
Formatação atualizada em: 08/agosto/2016.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

NEGÓCIOS

Pelo Espírito Emmanuel
"...São muito raros os homens que se consagram aos seus interesses eternos. Freqüentemente, lembram-se disso, muito tarde, quando o corpo permanece a morrer. Só então, quebram o esquecimento fatal..."
O homem do mundo está sempre preocupado pelos negócios referentes aos seus interesses efêmeros.

Alguns passam a existência inteira observando a cotação das bolsas. Absorvem-se outros no estudo dos mercados.

Os países têm negócios internos e externos. Nos serviços que lhes dizem respeito, utilizam-se maravilhosas atividades da inteligência. Entretanto, apesar de sua feição respeitável, quando legítimas, todos esses movimentos são precários e transitórios. As bolsas mais fortes sofrerão crises; o comércio do mundo é versátil e, por vezes, ingrato.

São muito raros os homens que se consagram aos seus interesses eternos. Freqüentemente, lembram-se disso, muito tarde, quando o corpo permanece a morrer. Só então, quebram o esquecimento fatal.

No entanto, a criatura humana deveria entender na iluminação de si mesma o melhor negócio da Terra, porquanto semelhante operação representa o interesse da Providência Divina, a nosso respeito.

Deus permitiu as transações no planeta, para que aprendamos a fraternidade nas expressões da troca, deixou que se processassem os negócios terrenos, de modo a ensinar-nos, através deles, qual o maior de todos. Eis por que o Mestre nos fala claramente, nas anotações de Lucas(2:49): — “Não sabíeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?”.
*  *  *
(Do livro “Caminho, Verdade e Vida”, de Emmanuel,
psicografado por Chico Xavier, 14ª Ed. FEB.1990.Lição nº 27.)
Formatação e destaques: pelo Editor do Blog.
Imagem: www.google.com. Acesso em: 09/setembro/2013.
Formatação atualizada em: 08/agosto/2016.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

06 e 07 DE AGOSTO - 'CARTAS DE PAULO' - TEATRO MUNICIPAL - VILA VELHA - ES


Baseada na obra "Paulo e Estevão" (FEB), de Emmanuel, psicografada por Chico Xavier, "Cartas de Paulo nos mostra como a espiritualidade pode nos auxiliar a mudar o rumo de nossas vidas."

O Grupo Luminus de Teatro apresenta, em 06 e 07 de agosto próximo, às 20 horas, no Teatro Municipal  de Vila Velha,  a peça teatral “CARTAS DE PAULO”.

O evento reverte-se em benefício da Creche Pequeno Lar, e os ingressos, que podem ser entregues na residência ou trabalho do adquirente, serão vendidos no valor único de R$ 20,00 (meia entrada).

A Creche Pequeno Lar abriga 110 crianças e fica situada à Rua Jose Rezende Filho, 169 (antiga rua do ginásio), no Bairro Divino Espirito Santo, em Vila Velha-ES.

Maiores informações e ingressos com Graça Santana, nos telefones:
3389-7727 e/ou 9 9808 0651 (Vivo).

A Fraternidade é o Amor em Ação!
*

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

EXTINÇÃO DO MAL

Pelo Espírito Bezerra de Menezes

'...A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem...'

Na didática de Deus, o mal não é recebido com a ênfase que caracteriza muita gente na Terra, quando se propõe a combatê-lo.
Por isso, a condenação não entra em linha de conta nas manifestações da Misericórdia Divina.
Nada de anátemas, gritos, baldões ou pragas.
A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem.
A propósito, meditemos.
O Senhor corrige:
       a ignorância: com a instrução;
       o ódio: com o amor;
       a necessidade: com o socorro;
       o desequilíbrio: com o reajuste;
       a ferida: com o bálsamo;
       a dor: com o sedativo;
       a doença: com o remédio;
       a sombra: com a luz;
       a fome: com o alimento;
       o fogo: com a água;
       a ofensa: com o perdão;
       o desânimo: com a esperança;
       a maldição: com a benção.
Somente nós, as criaturas humanas, por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe.
Simples ilusão.
O mal não suprime o mal.
Em razão disso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e nos adverte de que a única energia suscetível de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do bem.

XAVIER, Francisco Cândido; Baccelli, Carlos A. Da obra: Brilhe Vossa Luz.
Ditado pelo Espírito Bezerra de Menezes. 4a edição. Araras, SP: IDE, 1996.
Disponível em: http://www.espirito.org.br/ . Acesso em: 31/março/2010.
Formatação atualizada em: 29/julho/2016.