segunda-feira, 30 de novembro de 2015

SOFRIMENTO E EUTANÁSIA

Pelo Espírito Emmanuel

"...Não te creias autorizado a desferir o golpe supremo naqueles que a agonia emudece..."

Quando te encontres diante de alguém que a morte parece nimbar de sombra, recorda que a vida prossegue, além da grande renovação...

Não te creias autorizado a desferir o golpe supremo naqueles que a agonia emudece, a pretexto de consolação e de amor, porque, muita vez, por trás dos olhos baços e das mãos desfalecentes que parecem deitar o último adeus, apenas repontam avisos e advertências para que o erro seja sustado ou para que a senda se reajuste amanhã.

Ante o catre da enfermidade mais insidiosa e mais dura, brilha o socorro da Infinita Bondade facilitando, a quem deve, a conquista da quitação. Por isso mesmo, nas próprias moléstias reconhecidamente obscuras para a diagnose terrestre, fulgem lições cujo termo é preciso esperar, a fim de que o homem lhes não perca a essência divina.

E tal acontece, porque o corpo carnal, ainda mesmo o mais mutilado e disforme, em todas as circunstâncias, é o sublime instrumento em que a alma é chamada a acender a flama de evolução.

É por esse motivo que no mundo encontramos, a cada passo, trajes físicos em figurino moral diverso.

Corpos – santuários...
Corpos – oficinas...
Corpos – bênçãos...
Corpos – esconderijos...
Corpos – flagelos...
Corpos – ambulâncias...
Corpos – cárceres...
Corpos – expiações...

Em todos eles, contudo, palpita a concessão do Senhor, induzindo-nos ao pagamento de velhas dívidas que a Eterna Justiça ainda não apagou.

Não desrespeites, assim, quem se imobiliza na cruz horizontal da doença prolongada e difícil, administrando-lhe o veneno da morte suave, porquanto, provavelmente, conhecerás também mais tarde o proveitoso decúbito indispensável à grande meditação.

E usando bondade para os que atravessam semelhantes experiências, para que te não falte a bondade alheia no dia de tua experiência maior, lembra-te de que, valorizando a existência na Terra, o próprio Cristo arrancou Lázaro às trevas do sepulcro, para que o amigo dileto conseguisse dispor de mais tempo para completar o tempo necessário à própria sublimação.
*  *  *
(Do livro “Religião dos espíritos”, de Emmanuel,
psicografado por Chico Xavier, 4ª  Ed. FEB,1978.
Reunião pública de 03.04.59, questão nº 944. pág. 59.).
Imagem: www.google.com. Acesso em:27/novembro/2015.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

AÇÃO PODEROSA


"... Diga para si mesmo:'Sou capaz.Tenho a força de Deus comigo.Vou vencer.'..."
O seu agir muda as coisas. Transforma as situações. Impõe novo ritmo à vida. Desperta. Constrói. Leva para frente o que está parado.
Depois de estar certo do que precisa fazer, ponha mãos à obra. Levante. Edifique. Aja. 
Ponha amor no que fizer. Sairá melhor. Não hesite na ação. Você pode modificar o que Está errado. Siga em frente. Não pare.
Diga para si mesmo: 
“Sou capaz. Tenho a força de Deus comigo. Vou vencer.
O Senhor abençoa as mãos que não repousam sem necessidade.
*  *  *
(Do livro 'Gotas de Esperança', de Lourival Lopes, pág. 135.
Divulgação da Editora Otimismo – abril/2002,
http://www.editoraotimismo.com.br/page3.aspx)
Imagem: http://www.google.com . Acesso em: 31.01.2014.
Formatação atualizada em : 20/novembro/2015..

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

MEDIUNIDADE GRATUITA

E.S.E-Cap. XXVI, itens 7 a 10. 
"...Explorar alguém a mediunidade é, conseguintemente, dispor de uma coisa da qual não é realmente dono..."
"7Os médiuns atuais — pois que também os apóstolos tinham mediunidade — igualmente receberam de Deus um dom gratuito: o de serem intérpretes dos Espíritos, para instrução dos homens, para lhes mostrar o caminho do bem e conduzi-los à fé, não para lhes vender palavras que não lhes pertencem, a eles médiuns, visto que não são fruto de suas concepções, nem de suas pesquisas, nem de seus trabalhos pessoais. Deus quer que a luz chegue a todos; não quer que o mais pobre fique dela privado e possa dizer: não tenho fé, porque não a pude pagar; não tive o consolo de receber os encorajamentos e os testemunhos de afeição dos que pranteio, porque sou pobre. Tal a razão por que a mediunidade não constitui privilégio e se encontra por toda parte. Fazê-la paga seria, pois, desviá-la do seu providencial objetivo.

8. Quem conhece as condições em que os bons Espíritos se comunicam, a repulsão que sentem por tudo o que é de interesse egoístico, e sabe quão pouca coisa se faz mister para que eles se afastem, jamais poderá admitir que os Espíritos superiores estejam à disposição do primeiro que apareça e os convoque a tanto por sessão. O simples bom senso repele semelhante ideia. Não seria também uma profanação evocarmos, por dinheiro, os seres que respeitamos, ou que nos são caros? É fora de dúvida que se podem assim obter manifestações; mas quem lhes poderia garantir a sinceridade? Os Espíritos levianos, mentirosos, brincalhões e toda a caterva dos Espíritos inferiores, nada escrupulosos, sempre acorrem, prontos a responder ao que se lhes pergunte, sem se preocuparem com a verdade. Quem, pois, deseje comunicações sérias deve, antes de tudo, pedi-las seriamente e, em seguida, inteirar-se da natureza das simpatias do médium com os seres do mundo espiritual. Ora, a primeira condição para se granjear a benevolência dos bons Espíritos é a humildade, o devotamento, a abnegação, o mais absoluto desinteresse moral e material.

"...A mediunidade séria não pode ser e não
o será nunca uma profissão..."

9. A par da questão moral, apresenta-se uma consideração efetiva não menos importante, que entende com a natureza mesma da faculdade. A mediunidade séria não pode ser e não o será nunca uma profissão, não só porque se desacreditaria moralmente, identificada para logo com a dos ledores da boa sorte, como também porque um obstáculo a isso se opõe. É que se trata de uma faculdade essencialmente móvel, fugidia e mutável, com cuja perenidade, pois, ninguém pode contar. Constituiria, portanto, para o explorador, uma fonte absolutamente incerta de receitas, de natureza a poder faltar-lhe no momento exato em que mais necessária lhe fosse. Coisa diversa é o talento adquirido pelo estudo, pelo trabalho e que, por essa razão mesma, representa uma propriedade da qual naturalmente lícito é, ao seu possuidor, tirar partido. A mediunidade, porém, não é uma arte, nem um talento, pelo que não pode tornar-se uma profissão. Ela não existe sem o concurso dos Espíritos; faltando estes, já não há mediunidade. Pode subsistir a aptidão, mas o seu exercício se anula. Daí vem não haver no mundo um único médium capaz de garantir a obtenção de qualquer fenômeno espírita em dado instante. Explorar alguém a mediunidade é, conseguintemente, dispor de uma coisa da qual não é realmente dono. Afirmar o contrário é enganar a quem paga. Há mais: não é de si próprio que o explorador dispõe; é do concurso dos Espíritos, das almas dos mortos, que ele põe a preço de moeda. Essa ideia causa instintiva repugnância. Foi esse tráfico, degenerado em abuso, explorado pelo charlatanismo, pela ignorância, pela credulidade e pela superstição que motivou a proibição de  Moisés. O moderno Espiritismo, compreendendo o lado sério da questão, pelo descrédito a que lançou essa exploração, elevou a mediunidade à categoria de missão. (Veja-se: O livro dos médiuns, 2a Parte, cap. XXVIII. O céu e o inferno, 1a Parte, cap. XI.)
"...A mediunidade é coisa santa, que deve
ser praticada santamente, religiosamente..."
10A mediunidade é coisa santa, que deve ser praticada santamente, religiosamente. Se há um gênero de mediunidade que requeira essa condição de modo ainda mais absoluto é a mediunidade curadora. O médico dá o fruto de seus estudos, feitos, muita vez, à custa de sacrifícios penosos. O magnetizador dá o seu próprio fluido, por vezes até a sua saúde. Podem pôr-lhes preço. O médium curador transmite o fluido salutar dos bons Espíritos; não tem o direito de vendê-lo. Jesus e os apóstolos, ainda que pobres, nada cobravam pelas curas que operavam. Procure, pois, aquele que carece do que viver, recursos em qualquer parte, menos na mediunidade; não lhe consagre, se assim for preciso, senão o tempo de que materialmente possa dispor. Os Espíritos lhe levarão em conta o devotamento e os sacrifícios, ao passo que se afastam dos que esperam fazer deles uma escada por onde subam."
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 De "O Evangelho segundo o Espiritismo", Cap. XXVI, itens 7 a 10.
Imagem: www.google.com. Acesso em: 23/março/2015.
Destaques e formatação: pelo Editor do Blog.

sábado, 7 de novembro de 2015

MARIANA-MG: ORAÇÃO E SOLIDARIEDADE

Mariana-MG

Prezados(as) Leitoras e Leitores, 
Diante da catástrofe ocorrida no Município de Mariana-MG, vibremos com as melhores forças do nosso coração, elevando uma prece ao Criador, suplicando-Lhe que fortaleça e conforte os nossos irmãos em Cristo daquela região. Oremos, ainda, para que o seu povo possa ter os seus sofrimentos minorados, e muita Fé para a necessária reconstrução de suas vidas.
Francisco.
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Casa Espírita em Mariana-MG:

Casa Espírita Irmão Horta
Rua Antônio Luiz Bastos (conhecida como "rua beira linha") 218,
Mariana - MG. CEP 35420-000
http://www.irmaohorta.org/
irmaohorta@gmail.com
Tel: (31)3557-2742
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Pesquisa Google. Acesso em: 06/novembro/2015.
Imagem: www.google.com. Acesso em:06/novembro/2015.