segunda-feira, 1 de agosto de 2016

EXTINÇÃO DO MAL

Pelo Espírito Bezerra de Menezes

'...A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem...'

Na didática de Deus, o mal não é recebido com a ênfase que caracteriza muita gente na Terra, quando se propõe a combatê-lo.
Por isso, a condenação não entra em linha de conta nas manifestações da Misericórdia Divina.
Nada de anátemas, gritos, baldões ou pragas.
A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem.
A propósito, meditemos.
O Senhor corrige:
       a ignorância: com a instrução;
       o ódio: com o amor;
       a necessidade: com o socorro;
       o desequilíbrio: com o reajuste;
       a ferida: com o bálsamo;
       a dor: com o sedativo;
       a doença: com o remédio;
       a sombra: com a luz;
       a fome: com o alimento;
       o fogo: com a água;
       a ofensa: com o perdão;
       o desânimo: com a esperança;
       a maldição: com a benção.
Somente nós, as criaturas humanas, por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe.
Simples ilusão.
O mal não suprime o mal.
Em razão disso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e nos adverte de que a única energia suscetível de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do bem.

XAVIER, Francisco Cândido; Baccelli, Carlos A. Da obra: Brilhe Vossa Luz.
Ditado pelo Espírito Bezerra de Menezes. 4a edição. Araras, SP: IDE, 1996.
Disponível em: http://www.espirito.org.br/ . Acesso em: 31/março/2010.
Formatação atualizada em: 29/julho/2016.

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